“Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo;" Colossenses 2:8.
domingo, 20 de junho de 2010
REMENDO PIOR QUE O RASGADO.
sábado, 20 de março de 2010
ENSINO DISTORCIDO POR PRESSUPOSTO OU INTERPRETAÇÃO PARTICULAR GERANDO HERESIAS ?

Em comentário da revista de EBD. Das Ass. de Deus, COMANAD.
Produzido pelo Pr. Josué de A. Soares, membro da Ass. de Deus em Bangu, RJ – Ministro do Evangelho, conferencista, escritor, formado em Adm. de empresas, história, teologia, pedagogia e pós-graduado em docência de ensino superior.
É uma lástima, que com todos esses “méritos” alguém possa (deliberadamente ou não) distorcer a Verdade do Evangelho, e ao invés de aplicar a Hermenêutica e Exegese, aplique interpretação particular, levado por costumes e tradições religiosas (essas, que não tem mais que cem anos no Brasil) em detrimento do que é revelado nas Escrituras.
O comentário totalmente distorcido é sobre o Livro de Juízes, no episódio de Gideão, que aliás não utiliza o método ou a receita tão engenhosamente interpretada pelo “ilustre pastor” com tanta formação secular, o que prova que em matéria de Bíblia, todos podemos cometer vários enganos e varias distorções da Verdade.
Basta para isso estarmos pré-dispostos ou termos um preconceito (conceito anterior baseado em costumes ou tradições) e não termos o cuidado de sequer ler o texto e contexto para nos assegurar que não estamos levando milhões de discípulos a um ensino errôneo e que nada trará de bem ao Evangelho de Jesus Cristo.
A lição 9 – AS CARACTERISTICAS DO CRENTE VENCEDOR
Depois de comentar sobre a vitória nos diversos aspectos nos capítulos 1, 2 e 3, inicia o capitulo 4 – COMO SEGUIR O MODELO DE JESUS, e é aqui que começa a distorcer todo o texto quanto o contexto, fazendo uso de eisegese (insere no texto o que este jamais diz) ao invés da exegese (que é extrair do texto o que o texto diz).
O mais absurdo é que no tópico 4.1 – PERMANECER NA PALAVRA, ele cita a referência de Pedro (2 Pe 3:16) “...torcem as escrituras para sua própria condenação” e ainda cita: “O servo de Deus precisa conhecer bem a Bíblia, para não ser enganado”.
4.2 – PRATICAR O JEJUM.
O texto se refere a Mateus 4 – A tentação de Jesus no deserto.
Afirmações do comentarista (exatamente como está na revista de EBD):
“O ministério de Jesus começou com jejum, uma preparação espiritual para lutar contra o diabo”, (cita Mt 4:2 como fonte dessa “verdade” ou dessa afirmação como se fosse verdade).
Depois comenta: “Infelizmente, UM ATO DE FÉ, que muitas igrejas deixaram de ensinar devido à frieza espiritual ou INTERPRETAÇÕES ERRÔNEAS DAS ESCRITURAS” (nisso ele tem toda a razão). Continua o comentário dizendo:
“Na Bíblia Sagrada, vemos muitos servos de Deus que jejuaram. Dentre eles destacam-se Moisés (Ex. 34:28); Ana (1Sm. 1:7); Davi (2Sm.1:12 e 12:22); A nação de Israel (Lv.23:27); Jesus (Mt. 4:2);
Os discípulos de João Batista (Mc.2:18 e Lc.5:33)” – interessante que nessas duas passagens sobre os discípulos de João Batista, Jesus responde literalmente que seus discípulos não jejuam, porque o NOIVO ESTAVA COM ELES; cita ainda Paulo (At.9.9), e encerrando diz: “Todos receberam a benção que desejavam” (barganha explícita).
No caso específico de Davi, ele não recebe a "benção que desejava" ou seja em (2Sm.1:12) o jejum é por causa da morte de Saul (qual é a benção que Davi desejava?) e em (12:22); o seu filho recém nascido morreu mesmo com a sua desesperada tentativa de anular a profecia do profeta natã.
Após faz várias descrições (não sei de onde ele tirou, da Bíblia é que não foi) de espécies de jejuns: O típico – Não implicava em abstinência de líquidos.
O parcial ?? (afirma) – É caracterizado pelo que se come? (talvez para encaixar Daniel e seus amigos no episódio em que eles se recusaram a comer carne oferecida aos ídolos como se ao comer só legumes estivessem jejuando – é um absurdo tal interpretação, pior do que aquela que o leão fez jejum quando Daniel foi jogado em sua cova).
Comenta ainda sobre diferenças entre o jejum (segundo ele, SANTO OU MAGICO), e as greves de fome e da dieta (esqueceu do exame de sangue) que é para propósitos físicos e não espirituais ?? (Zacarias 7 e Isaias 58 desmentem essa versão).
Por fim vem o receituário em forma de mandamento (coisa que o Próprio JESUS JAMAIS MANDOU NINGUEM FAZER): “Devemos jejuar pelo nosso País, pelos nossos próprios problemas?? Nos períodos de aflição?? E nos momentos de tomarmos grandes decisões ??" (deve estar clonando a situação de Ester).
O que Mateus 4 NÃO DIZ:
O texto de Mateus 4 NÃO DIZ QUE JESUS INICIOU O SEU MINISTÉRIO COM JEJUM.
DIZ APENAS QUE JESUS FOI LEVADO PELO ESPÍRITO SANTO, AO DESERTO, PARA SER TENTADO PELO DIABO (E NÃO PARA JEJUAR. O JEJUM FOI APENAS CONSEQUÊNCIA DE ESTAR NO DESERTO PARA SER TENTADO PELO diabo).
O ministério de Jesus (como adulto) SE INICIA NO BATISMO EM AGUAS REALIZADO POR JOÃO BATISTA.
Jesus jamais planejou jejum algum (como hoje alguns fariseus modernos planejam e executam ordens aos fieis, numa rotina sem fim, tentando provar não sei o quê) assim como Moisés na referência citada também jamais planejara jejuar 40 dias e sim foi conseqüência da adoração real ao Deus Verdadeiro que o supriu e mesmo após tantos dias, não teve fome.
No caso de Jesus, o ficar sem comer e beber por 40 dias o levou a ficar com fome (não sabemos a intensidade) e isso VIROU ARMA na mão do diabo que a usou contra Jesus na primeira tentação: “Se tu és ..... transforme essas pedras em pão”. E nas outras duas tentativas o diabo usa como armas a cobiça e a sede de poder contra Jesus que o vence pela PALAVRA DE DEUS.
Outra coisa bem clara é que Jesus não vence o diabo por causa da “uma preparação espiritual para lutar contra o diabo” BASEADA NO JEJUM, pois esse, no contexto vemos que foi APENAS CONSEQUÊNCIA do fato dinâmico da tentação e não planejado e sim, o vence pela PALAVRA DE DEUS ( E NÃO PELO JEJUM).
Em EFESIOS 6:12-18 Paulo JAMAIS cita JEJUM COMO ARMA ESPIRITUAL na luta contra o diabo e suas potestades. Se ESTE FOSSE “A ARMA SUPER PODEROSA” Paulo, com certeza, o citaria em primeiro lugar nesta passagem completíssima da luta contra o diabo e suas hostes (Hermenêutica).
E sinceramente, se Jesus precisasse de uma doutrina, dogma, sacrifício ou receita para vencer o diabo ELE NÃO SERIA O JESUS BIBLICO, FILHO DE DEUS, CHEIO DE PODER, GRAÇA E AUTORIDADE, e o diabo, hoje, faria a festa, (como está fazendo em muitos lugares, que seguem essas receitas).
Esse, que usa desses métodos, é uma caricatura do JESUS VERDADEIRO, uma espécie de GEZUIS, parecido com aquele do Paraná, o “Inri chist”, totalmente alienado da realidade do Evangelho, mas incrivelmente mais sábio do que muitos lideres modernos.
Onde E QUANDO ABRAÃO JEJUOU ? Vou então facilitar. ISAQUE E JACÓ JEJUARAM? QUANDO ? ONDE ? PORQUE ?
As respostas geralmente mostram o CARÁTER de quem responde e qual o seu interesse na questão.
Já que essa receita é inserida como se fosse um DOS MÉTODOS USADOS e pedra mágica de vitória contra todos os argumentos biblicos referente a Gideão. ???
Outras perguntas bem pertinentes e desconcertantes estão NESTE BLOG em outros posts: " ERROS NAS TRADUÇÕES, AJUDANDO AOS FARISEUS MODERNOS." e "Perguntas ao Pr. Ciro".
domingo, 28 de fevereiro de 2010
ESPIRITUALIZAR O JEJUM OU COLOCA-LO EM UM ALTAR?

E se essas pessoas são convertidas? Poderiam os demônios oprimi-las com doenças?
Se a resposta for não, então na realidade não são demônios e sim doenças naturais mesmo.
O mais grave se situa em outra esfera: Fazer algo (religioso) para alcançar determinado alvo, ou seja, Materializar o Espiritual.
De vez em quando, (ainda bem) aparecem umas campanhas de jejuns e orações, sempre visando um ponto específico. Uma das ultimas, noticiadas em alguns blogs, com slogans pomposos, visa ao que parece, comemorar?? 70 anos da CPAD. Pelo menos é o que está no slogan, e nos blogs não constam nenhum objetivo o que a meu ver não muda nada.
Parece-me que a salvação não vem mais pela pregação do Evangelho (mensagem da cruz de Cristo) e sim por “mágica” ou por definição minha a chamada síndrome de Jó, que oferecia holocaustos por cada um de seus filhos, no intuito de os livrar da ira divina no que resultou ineficiente e todos foram mortos de uma só vez.
Jó não deveria ter inculcado em seus filhos o temor e obediência a Deus ao invés de tentar espiritualizar por holocaustos? (obediência e não sacrifício).
Já ouvi muitas mensagens de pastores, exaltando essa atitude de Jó, como se isso tivesse livrado seus filhos. Ao que parece, esses pastores esqueceram de ler os oito versos seguintes.
Isso fica ainda longe de outros que bitolados no JEJUM (sacrifício, como chamam), trocam a palavra HOLOCAUSTOS por JEJUM nesse texto de Jó 1:5, o que é um absurdo, distorção da realidade, da verdade, falsidade e no mínimo heresia.
Foi erigido, sem duvida alguma, nesses meios, um ALTAR AO “deus jejum”.
Foi transformado de MEIO para FIM em SI MESMO.
Falam tanto nele, que se esquecem de Deus, de Jesus, do Espirito Santo e da Graça de Deus.
Falo isso, não por simples julgamento, mas por anos de observação e analise de vários fatos. Alguns irmãos, até mesmo do chamado ministério, ficam irados e soltam “faíscas pelos olhos” quando sou questionado se acredito no jejum digo que não.
Sempre respondo que não. Creio em Jesus e Seu Poder e presença em minha vida. Pois não vejo, principalmente na Nova Aliança respaldo para essa prática (de modo planejado) mas sim como CONSEQUÊNCIA DA ADORAÇÃO.
Os exemplos são Moisés (no monte, deserto) e Jesus, também no deserto. Nenhum deles PLANEJOU JEJUAR.
O ficar sem comer e beber foi CONSEQUÊNCIA da adoração a Deus e não um tipo de barganha espiritual.
Jesus foi levado ao deserto PARA SER TENTADO PELO DIABO E NÃO PARA JEJUAR.
PRECISARIA JESUS JEJUAR ????? PRA QUE ???????
Alguns ainda afirmam que o ministério de Jesus começou com o jejum (no deserto).
Então, pergunto: E o batismo de Jesus por João Batista, não valeu ? Não conta? Não vale? Ah, já sei, esqueceu né ??
Bom, se ele julga estar dentro do propósito de Deus é estar fazendo sacrifícios pessoais planejados (de tolos), então realmente estou fora.
Nessas convocações (coletivas), com cara de alta espiritualidade (como os fariseus do tempo de Jesus, que jejuavam duas vezes na semana) há sempre o lado do orgulho, arrogância e FARISAISMOS embutidos.
Deus não dá Sua Glória a ninguém (nem transfere). Se umas dessas campanhas tem êxito, mesmo que ínfimos, teremos alguns lideres dizendo: “Viram, foi devido ao nosso jejum e orações que Deus ouviu”. Ou seja, no final ficamos com a gloria de ter “feito algo em prol do resultado” e nos orgulhamos mais ainda.
E esquecemos totalmente que Deus nos ouve (se estivermos dentro da sua vontade) por que nos AMA. DEUS É AMOR.
Daí ainda resulta doutrinas baseadas em experiências, sem a autenticação das Escrituras.
E pensamentos do tipo: Se deu certo é porque está correto, ou que os fins justificam os meios e ainda: Se todos estão fazendo, então está correto.
Agora, imaginem uma dessas campanhas com convocação Nacional, com Slogans, comerciais em internet, TV, jornais e outros meios, mesmo que o “fim seja louvável” não daria a idéia de barganha explicita?
Já ouvi esposa de pastor ensinar a adolescentes que orar e jejuar nos dá “credito no céu”. Essa é a idéia básica. As outras são que o jejum é sobrenatural, que é mágico, que soluciona ou desemperra qualquer coisa “enferrujada” na esfera tanto material como espiritual.
Fui a uma congregação neste final de semana e qual não foi minha surpresa, ao deparar-me já da porta de entrada, com uma enorme faixa no púlpito, com os dizeres: “ESTAMOS 21 DIAS EM JEJUM E ORAÇÃO” (notem que jejum está em primeiro).
Pensei, que maravilha, estamos deixando os FARISEUS do tempo de Jesus no chinelo! Passamos a mestres.
Perguntei a mim mesmo, porque 21 dias? E não 10, 19, 18, 11, 22 ou 20? Descobri a resposta, é porque 7 X 3 = 21. O 7 (SETE) é MAGICO! Inauguramos a era da numerologia ou cabala evangélica misturada com espiritualização (que o digam o M.Cerulo e o Silas Malafaia).
Será que o povo estaria realmente jejuando para Deus? (prestando a Ele um favor?). Em Zacarias 7:1-14 há importantes questionamentos do próprio Deus quanto a essa pratica (jejum convocado nacionalmente e pré planejado).
A primeira questão feita acima, no texto de Zacarias, o próprio Deus responde (de modo irônico, Ele tem senso de humor) com outra pergunta: “E quando vocês comeram e beberam por 70 anos, pra quem foi que comeram e beberam? Não foi para vocês mesmos?”
Os leitores não precisam e nem são obrigados a concordarem comigo, mas por favor, não fiquem com preguiça mental ou medo da verdade, o único risco é obterem entendimento e discernimento ao verificarem as Escrituras nos seguintes textos e contextos para não criarmos heresias, como muitos tem feito durante quase cem anos de historia em nosso meio pentecostal (o que não é nada, comparando o tempo desde o nascimento de Cristo):
Zacarias 7 (todo o capitulo) – Com maldição explicita para quem não ouvir a Deus.
Isaias 58 veja o contraste entre o verdadeiro (ajudar ao proximo) e o falso jejum (ficar sem comer e beber com cara de sofredor) e a ordem em fazermos o verdadeiro e não o falso junto com o verdadeiro (como alguns tem interpretado essa passagem, torcendo todo o sentido da verdade).
Mateus 4 (jejum como conseqüência e não planejado) – O diabo o usa inclusive contra Jesus (que teve fome, no ultimo dia. “Se tu es o filho de Deus, transforme essas pedras em pão).
Mateus 9:14-19 . (Os discípulos de Jesus jejuam? Vinho novo em odres velhos - remendo novo em vestido velho, de que Jesus esta falando?? Estará ensinando a fazer vinho e costurar??).
Quando o noivo for tirado então jejuarão - estaria ele falando em presença física para os dias de hoje?
Quando foi que Jesus enfatizou importância de sua presença física para que nós pudessemos crer?
Somos Tomés modernos?
Jesus não habita em nos pela fé em suas palavras? (evangelho). Jesus não esta conosco todos os dias? (habitando nos que crêem).
JOÃO 16 (Todo o capitulo). É A EXPLICAÇÃO LITERAL PARA “Quando o noivo for tirado, então jejuarão“ - estaria ele falando em em sua prisão, julgamento, sofrimento e morte?
Vejam o CONTRASTE entre JEJUM e JESUS.
JEJUM – Morte, luto, separação, velório, tristeza profunda, sepultamento, saco e cinzas (vestes velhas), lamentações, falta de alimento (e de apetite), covardia e medo (Pedro nega a Jesus, debandada geral dos discipulos). AUSÊNCIA do NOIVO.
JESUS - Vida, alegria profunda (vinho novo), casamento, festa, comemoração, ressurreição, novas vestes (não se faz remendo novo em vestes velhas), júbilo, abundância de alimentos e bebidas, coragem e ousadia (Pedro prega a Jesus. At 2 e 4). PRESENÇA do NOIVO.
Jesus poderia ter dito simplesmente: Meus discípulos NÃO jejuam, poderiam eles jejuar enquanto estou com eles? (estaria ele falando em presença física),
mas: Por isso JESUS DISSE QUE OS SEUS DISCIPULOS NÃO JEJUAM, POIS O NOIVO ESTAVA COM ELES.
A figura da PRESENÇA do NOIVO tem um significado profundo nessa passagem, expandindo e nos levando a este contraste com a AUSÊNCIA do NOIVO.
Quanto a Mateus 17:21 e Marcos 9:29 : “Mas essa casta de demônios não se expulsa senão por ORAÇÃO E com JEJUM”, que muitos acham ser receita de bolo, então como Jesus em Lucas 9 e Lucas 10 envia seus discípulos para expulsarem toda espécie de demônios e curarem toda sorte de enfermidades? (Quando foi que fizeram o jejum para isso? Só se foi bem escondidinho e ninguém ficou sabendo).
Estes dois textos (Mateus 17:21 e Marcos 9:29) FORAM ADICIONADOS as Escrituras. As bíblias de estudo sérias mostram essa adição, (alguns desses textos vem entre colchetes em algumas biblias).
Em Mc 9:29 adicionaram somente “e com jejum” e em Mateus 17 a adição foi mais ampla: TODO O VERSICULO 21 FOI ADICIONADO.
E MESMO ASSIM: VERSICULO ISOLADO NÃO PODE GERAR DOUTRINA, ou seja, TEXTO SEM CONTEXTO É PRETEXTO PARA HERESIA.
Se isso não bastar, Efesios 6:12-19 : Nos fala sobre as ARMAS ESPIRITUAIS contra o diabo e suas hostes. E sinceramente eu gostaria de saber onde PAULO colocou o JEJUM?
Nessa RELAÇÃO DE ARMAS: Capacete da salvação, Escudo da fé, Sandálias do evangelho, Espada do Espírito,.., terminando com oração em todo o tempo.
ONDE ESTÁ O JEJUM?? (SERÁ QUE PAULO TEVE AMNÉSIA? – SERIA ESSA A SUA DOENÇA?).
Creio que o problema não se acha nas Escrituras, mas fora dela, nos costumes denominacionais que transformaram em dogmas e receitas mágicas, praticas não so como o jejum, mas também até mesmo a oração (alguns falam até em altar da oração que já virou jargão santo).
Paulo jejuou? SIM, mas não planejadamente e sim como CONSEQUÊNCIA das perseguições e sofrimentos dinâmicos da vida cristã que vivia (tribulações, açoites, jejuns, etc).
O próprio Jesus disse: "Errais, por NÃO CONHECERDES AS ESCRITURAS NEM O PODER DE DEUS."
Mas a oração será o assunto de um próximo artigo.
JESUS É DEUS, COM TODOS OS ATRIBUTOS DIVINOS, PRINCIPALMENTE ONICIÊNCIA, ONIPRESENÇA E ONIPOTÊNCIA.
Graça e Paz em Cristo. Presente em nós (nos que crêem Nele) até Sua Vinda para buscar a Sua Igreja Santa.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
GARIMPADAS II - O RETORNO

Ainda tem o lance de dizer que "deus não gosta de beija-flor"... (em relação aos bichos que vêm desenhados nas notas de 1 real) deve ser o deus pagão que ele segue! (So gosta de oncinha).
E tem também a história do "sacrifício" (em dinheiro, óbvio!) e da oração que só pode ser feita uma vez em cada local, pois é tão "poderosa" que obriga deus a atender o que estiver sendo pedido!!! Teóphilo
Será que ele também não vende, a um preço módico, uns cabritinhos, ou umas pombinhas brancas, para a gente sacrificar e pedir perdão a Deus pelos nossos pecados?
Mas digo logo: a Vigilância Sanitária vai chiar, o pessoal do PETA e do Greenpeace também, a Marina Silva, o Gabeira, enfim , muita gente não vai gostar (quanto a algumas igrejas, não sei, talvez comecem um período de jejum pela liberação dos sacrifícios).
É cada uma... Jesus não é mais o protagonista da fé cristã, ele tem se tornado um coadjuvante, e se não tomar cuidado sai de cena! Mayalu Moreira Felix
Costurar o véu do templo é pouco pra essa turma. É capaz de fazerem nele bolsos, babados, colocarem algumas pregas, apliques e uma correntinha, zíper dos dois lados e um fecho de velcro no meio.
Eu cheguei à conclusão de que esse povo que traz a Lei para quebrar a aliança de Jesus não joga pedra na cruz, eles nem a querem ver. Eu nunca vi tanto desprezo pela graça a troco de lucro emulado no meio evangélico.
Parece até que concorrem para ver quem faz pior, além de incentivarem essa unidade apóstata. Avelar Jr.
A impressão que fica é que o povo hoje está como os do antigo testamento, no tempo da saída do Egito, enquanto caminhavam pelo deserto. Moisés no alto do monte, ouvindo a voz de Deus e recebendo d’Ele as tábuas da Lei e o povo, incomodado com a demora do seu líder, pediu para Arão lhes fazer deuses (Êxodo 31;32).
A situação hoje não é diferente: como Jesus Cristo não volta, afinal não chegou a hora, o povo se sente incomodado e, não duvido, alguns até já desacreditam na volta do Salvador, começam a levantar para sí deuses segundo sua própria vontade e interesse.
Ah!, mas uma coisa é certa: seremos pegos de surpresa! Muita gente que se diz santo, eleito, escolhido, amigo de Deus, profeta do Senhor será pego de surpresa e, tardiamente verá o grande erro em que se meteu.
Pior ainda será para aqueles que conscientemente tem encaminhado o povo para o erro, fazendo do sacríficio de Jesus um objeto de negócio, enriquecendo-se enganando o povo.
Danilo Miguel
sexta-feira, 10 de julho de 2009
CAOS EVANGELICO (SOCORRO, JESUS).

sábado, 4 de julho de 2009
Conversando com Cristãos Neopentecostais

Quando converso com um cristão neopentecostal, os sintomas apresentados são os mesmos de um adepto de seita. Os sintomas e atitudes são idênticos aos sectaristas, sua mente não consegue raciocinar diferente de sua igreja.
Um erro que os cristãos contemporâneos fazem, e principalmente os neopentecostais é pensar como sua denominação e não como a Bíblia, trazendo prejuízos para eles mesmos.
Passam por uma espécie de lavagem cerebral involuntária e imperceptível aquele que se envolvem com estes movimentos, que podem ser considerados - igrejas de Laodicéia (Ap 3:17).
Um cristão neopentecostal dificilmente pensará diferente de sua liderança sobre questões Bíblicas, mesmo que seus lideres forem a favor do aborto, por exemplo.
A falta de discernimento é uma realidade entre os neopentecostais, da mesma forma que uma Testemunha de Jeová, por exemplo, não questionará em hipótese nenhuma as ordens do Corpo Governante, da mesma forma um cristão neopentecostal jamais questionará sua liderança, mesmo que seus ensinamentos comprometam à integridade das Escrituras.
Lembro-me de quando o senhor Estevam Hernandes foi preso nos EUA por tentar entrar no país com dólares escondidos na Bíblia Sagrada. Mesmo depois de alguns meses havia reportagens na TV e em revistas onde os membros da Igreja Apostólica Renascer afirmavam que aquele fato era o diabo querendo se levantar contra a igreja neopentecostal Renascer.
Os discípulos de Estevan Hernandes acusavam o diabo e não seu líder por querer burlar o governo dos EUA, mostrando assim que a lavagem cerebral, não atingem somente os adeptos de seitas mas também cristãos neopentecostais, e dependendo da situação até mesmo cristãos evangélicos de outras correntes.
Se por exemplo, e eu apresentar um folheto à uma Testemunha de Jeová, e neste folheto conter explicações sobre a Sociedade Torre de Vigia, mostrando suas falácias, ele não poderá ler tal literatura, pois são aconselhados por seus lideres de que se trata de material “apostata”.
Na verdade são instruídos a não lerem qualquer material religioso, ou secular que discorde do Corpo Governante, ou seja sua liderança.
Não estou afirmando necessariamente que um grande número de cristãos neopentecostais não sejam de fato cristãos de verdade, afinal sua fé é depositada em Cristo para sua salvação.
Acredito na salvação de um cristão neopentecostal, mas tenho certeza que muitos que estão em igrejas neopentecostais, não estão verdadeiramente com seus corações voltados para Cristo e sim no retorno financeiro e material que poderão ter do Deus Bíblico, logicamente crendo neste gnóstico evangelho ( Gl 1:8).
O que deve ser observado entretanto, são os sintomas apresentados por inúmeros neopentecostais, ou seja, se comportam como adeptos de seitas.
Não querem raciocinar pela Bíblia, mas aceitam somente o que seus lideres afirmam, não aceitam criticas que são lançadas sobre sua liderança e quase sempre não lêem material que faça uma critica teológica sobre sua igreja.
Acredito na salvação de milhares de cristãos neopentecostais, pois Cristo salva indiferente da denominação cristã que uma pessoa se filie, mas tenho certeza que suas lideranças em grande número são lobos devoradores vestidos de ovelhas que não serão poupados do juízo do Deus Vivo (Mt 7:15,18; At 20: 29,30; 2 Tm 4:3; 2 Pd 2.1-3,13-15,17-19; 2 Pd 3.16,17).
Quando cursei a Universidade conheci uma aluna que pertencia à uma igreja neopentecostal, e certa vez ela me contou que por um certo período viveu maritalmente com um obreiro deste movimento. E que mesmo nesta condição pecaminosa este obreiro realizava varias funções na referida igreja, inclusive pregar.
Mas o que mais me impressionou foi o que ela contara sobre seu relacionamento com aquele homem. Segundo sua versão ela dizia que apanhou por diversas vezes daquele obreiro, e somente depois de um certo tempo veio a abandonar este relacionamento.Mas o que mais me deixou transtornado vou ouvir aquela jovem relatar que continua na mesma igreja em que tudo isto aconteceu, somente o obreiro que a espancara mudou-se localmente de igreja.
Observe: nem mesmo um ato tão vexatório como este foi o bastante para aquela jovem abandonar tal movimento neopentecostal.
Verdadeiramente as pessoas que ali se encontram não conseguem diferenciar a verdade da mentira, pois estão como que hipnotizadas.
A Bíblia diz que são muitos os enganadores que viajam pelo mundo (2 Jo 7-8) e também a Palavra de Deus recomenda para termos cuidado com os falsos profetas (Mt 7.15).
O mundo evangélico americano contemporâneo foi dividido quando um homem chamado Kenneth E. Hagin se projetou na mídia cristã. Hagin plagiou os ensinos de um pastor apostata, chamado E. W. Kenyon que se envolveu com as seitas metafísicas, onde chegou a declarar: “A única coisa que falta à Ciência Cristã é o sangue de Cristo". (http://www.posword.org/articles/kenyon/index.shtml).%20.
Sua vida se encerrou no ano de 2003, deixando um rastro de heresias que infectou quase toda a religião cristã contemporânea. Ele um dos principais mentores de ensinos que nas décadas de 60 e 70 fez surgir novas correntes doutrinarias, como a Teologia da Prosperidade assim como ensinos da metafísica fazendo com que a maioria das Igrejas Cristãs da America do Norte, fossem envenenadas pelas heresias da confissão positiva.
Em pouco tempo esta “heresia destruidora” chegaria ao Brasil e ganharia força varrendo o Brasil de norte a sul, trazendo prejuízos incalculáveis e irreversíveis.
Sem sombra de duvidas que as Igrejas Neopentecostais são as importadoras desta teologia, mas ninguém mais contribuiu para estas idéias serem vinculadas no Brasil do que o Missionário R.R. Soares com a Editora Graça Editorial, divulgando os ensinos de Kenneth Hagin.
Dentre os mais variados ensinos estão os chamados “chavões” inventados pelos mestres da fé, dentre eles: “eu ordeno, eu determino, eu reivindico, eu amarro, eu comando, profetize isto ou aquilo, profetize para si mesmo, etc, etc”.
Existem hoje milhares de seguidores de Kenneth Hagin em todo o globo, assim também como inúmeros pesquisadores cristãos que desmascararam seus falaciosos ensinos apresentando-o como um falso profeta, com provas irrefutáveis.
Certo pastor com muita propriedade diz como os livros de Kenneth Hagin fizeram sucesso no Brasil: “...Embora outros “grandes” evangelistas dessa linha teológica não tenham logrado êxito no Brasil, Kenneth Hagin, de repente tornou-se um dos maiores Best Sellers.
Com livros extremamente simples, ele conseguiu influenciar os rumos da igreja no Brasil mais que qualquer outro líder religioso nos últimos tempos.”
[1] Precisamos como lideres dizer as nossas Igrejas, que o mal esta a porta (Jd 3).
Nota:[1] O evangelho da Nova Era, Ricardo Gondim, 1993, Abba Press Por: Marcos Batista Lopes
Via: Bereianos
Mentes Cristãs Hipnotizadas pelo Mal

Existe um ensino perigoso em muitas Igrejas Cristãs que é conhecido como “Teologia da Saúde e da Prosperidade” ou como também é conhecida “Confissão Positiva ou Teologia da Fé ou Movimento da Fé”.
São heresias destruidoras que foram inventadas com a intenção de afirmar que cada cristão evangélico deve ser rico, prospero e não ter nenhum tipo de enfermidade pois as enfermidades seriam demônios atuando na vida do crente (2 Tm 4: 2-4).
É um ensino que faz muito sucesso entre os evangélicos da atualidade pois parece trazer um alivio aos corações humanos nas suas fragilidades como enfermidades e problemas financeiros.
O problema é que hoje existe uma geração de cristãos que não sabem que estes ensinos não provém da Bíblia. Ao contrario do que milhões de cristãos aprendem em suas igrejas.
O Senhor Jesus ordena que não busquemos riquezas materiais, ao contrario Ele desestimula depositarmos nossa esperança em nossos patrimônios (Lc 12.15; Mt 6.19-21) , e ainda Paulo diz que um cristão que espera em Deus somente nesta vida é um dos homens mais miseráveis da Terra (1 Cor. 15.19).
Posso usar o Antigo Testamento para a Igreja?
“ O diabo adora nos persuadir de que os fins justificam os meios” ( Stott -A Bíblia Toda, O Ano Todo, p177).
O que milhões de evangélicos desapercebidos não compreenderam é que o Antigo Testamento não é manual normativo para a Igreja Cristã, textos podem ser aplicados mas não como promessas para a Igreja.
Ao meio de um falso evangelho (Gl 1.8) que tem sido apregoado entre o Cristianismo Bíblico, devemos entender que alguns profetas do Antigo Testamento, dentre eles, Amós, denunciou que mesmo ao meio da prosperidade os judeus enfrentariam um eminente julgamento (4.12;3.8;5.27).
O uso indevido de passagens do Antigo Testamento traz prejuízos incalculáveis para o Reino de Deus. Por exemplo, uma denominação brasileira por décadas fez uso indevido e inapropriado de (Dt 22:5).
O resultado de se usar uma passagem do Antigo Testamento, sem levar em conta as regras de interpretação bíblica foi algo desastroso.
Inúmeras mulheres cristãs foram por décadas, excluídas, disciplinadas, envergonhadas, fazendo com que um grande número delas jamais voltassem novamente para uma Igreja Cristã, devido o uso incorreto do Antigo Testamento para a Igreja.
Da mesma forma muitos lideres hoje fazem o uso indevido de passagens do Antigo Testamento para a Igreja Cristã.
Um dos exemplos muito comum nestes dias seria (Dt 28).
O interessante quando citam tal passagem, é que mencionam somente as bênçãos da passagem, excluindo as maldições.
Mas da mesma forma como foi aplicado no passado (Dt 22.5), hoje fazem com (Dt 28), uma passagem onde o Deus fala com Israel, querem aplicá-la para a Igreja, distorcendo a palavra de Deus para seus fins (2 Pd 3:16).
continua...
MINHA GRAÇA TE BASTA !
Alguns religiosos bitolados (marionetes) vão afirmar: Paulo não sabia muita coisa naquele tempo (risos).
Orou pouco (so três vezes?), por isso não recebeu! (mais risos).
Tinha que orar muiiiitoooo, repetidas vezes, afirmam (ver Mt 6:7 e Mt 7:7). E se ainda não desse resultado deveria então iniciar um jejum; e se ainda não desse resultado, deveria fazer uma campanha de 7 jejuns por 7 semanas. (ataque de risos).
Existe ainda um jargão que ja se apegou na lingua do povo evangélico, e quase ninguém se apercebe da heresia gritante.
Diz assim: Isso, meu irmão, so com muita oração; e ainda complementam: "pouca oração, pouco poder; muita oração, muito poder". Sera verdade?
Misericórdia!!! Isso é ensinado por alguns lideres em muitas de nossas congregações (que achávamos sérias, que achávamos que tinham a Palavra de Deus como regra de Fé e prática).
O jejum é ensinado como tendo poder ilimitado (mágico até), capaz de mudar os designios de Deus ou colocar Deus contra a parede, não importando sua vontade, que nem é levada em consideração.
Ensinam ainda que é capaz de mudar o pensamento, modo de agir e até a personalidade de terceiros.
E ainda o chamam de "sacrificio para Deus", e acreditam "sinceramente bem intencionados" que agrada enormemente a Deus.
A frase usada é: Temos que orar e jejuar muito para que se mude a forma de pensar e agir desses irmãos. (Note que Deus nem é mencionado na frase).
Acreditam que: 1 - Os fins justificam os meios; 2 - A boa intenção é o que vale (boa? So não sei pra quem!).
O arrependimento como base para mudança, Jesus batendo a porta e esperando ser aberta (por dentro do coração do pecador) nem pensar!
Apocalipse 3:20 Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo.
Que Teologia é essa? Parece tiologia ou invenciologia, ou o que é pior: FEITIÇO OU FEITIÇARIA. (Atuar na vida de terceiros via mandinga).
So para esclarecer, essas congregações não são do bicho da seda, nem do RR SO ARES, nem batistas, nem metodistas, nem congregacionais. Fazem parte da (é o que dizem) primeira maior denominação pentecostal do Brasil.
So que esses ”maravilhosos" ensinos são dados em "boca miúda", em “cultos de libertação”, onde ninguem é liberto, em “consagrações” onde ha visões de “anjos” e até ”anjas” e os lideres quando não contaminados por essas heresias ficam de boca fechada para não contradizerem “as irmãs de oração e muitos jejuns” e deixa-las zangadas, se não elas podem rogar uma maldição e ai já era o ministério pastoral, que é venerado mais do que o próprio Deus.
Mateus 6:6 Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.
7 E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos.
8 Não vos assemelheis, pois, a eles; porque Deus, o vosso Pai, sabe o de que tendes necessidade, antes que lho peçais.
Mateus 7:7 Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. 8 Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á.
9 Ou qual dentre vós é o homem que, se porventura o filho lhe pedir pão, lhe dará pedra?
10 Ou, se lhe pedir um peixe, lhe dará uma cobra?
11 Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem?
Quantas vezes? Tem quantidade? Quantas vezes o nosso filho precisa nos pedir pão para receber? Voce da uma pedra a ele?
Em nenhum ponto são mencionadas repetições para sermos atendidos, (ao contrario, as vãs repetições são condenadas).
Campanhas disso ou daquilo (repetições), são nitidamente sacrifícios de tolos com barganha implícita, achando conveniência em algum objetivo torpe.
A coisa é tão seria que Mateus 7:7 é distorcido “SUTILMENTE” para Pedi, pedi e dar-se-vos-á; buscai, buscai e achareis; batei, batei, e abrir-se-vos-á. (Preste atenção em sua congregação, voce vai ouvir).
Estou cansado de conviver com um evangelho mesquinho, interesseiro e que enche a boca de palavras pra gritar VENHA A NÓS O VOSSO REINO, porém omitindo a parte mais importante da oração, que é o SEJA FEITA A TUA VONTADE.
Quando o Filho do Homem vier, porventura achará fé na terra?
E vamos empurrando com a barriga e batendo palmas pra esse bando de malucos dançarem.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Igreja xiita

Tenho muita pena dos membros dessas igrejas, pois sei que no final de tudo eles são vítimas. São vítimas de uma liderança farisaica que se encerra dentro de um caixote, e de líderes avestruzes que enfiam a cabeça na terra para não enxergar o que acontece no mundo. Avestruzes que não assistem televisão, mas vivem pendurados na internet.
Avestruzes desinformados que enfiam a cabeça na terra e não vêem a real necessidade do mundo! Avestruzes que falam de missões, mas a missão que eles conhecem não vai mais longe do que o famigerado congresso do Balneário Camboriú. Avestruzes que enfiam a cabeça na terra e depois reclamam quando alguém mete bala no seu rabo (*).
“Ai!!! Quem foi que atirou no meu rabo?”. Como é que o avestruz vai saber? Ele estava com a cabeça dentro do buraco e não viu quando, por causa desses extremismos, o mundo começou a zombar de nós. E quando, por causa da sem vergonhice gospel, a globo começa a falar mal dos crentes, o avestruz reclama, diz que é perseguição da mídia... Pobre avestruz.
As vezes me pergunto o que aconteceria se Jesus viesse hoje à terra, da mesma forma que há 2 mil anos atrás. O que aconteceria se os crentes evangélicos vissem Jesus comendo na casa de político corrupto, ou conversando com a “Bruna surfistinha” sozinho no banco da praça? O que fariam os nossos tradicionais irmãos, aqueles dos “bons costumes”, se vissem uma mulher de calça jeans e brinco de argola, acariciando os pés de Jesus, beijando e enxugando-os com seu cabelo. O que faria essa gente quando Jesus proferisse seu famoso discurso de Mateus 23, e bradasse em alto e bom som:
“Ai de vós, hipócritas, que limpais o exterior do copo e do prato, mas no interior estão cheio de rapina e de iniquidade”“
Ai de vós, hipócritas! Que parecem com sepulcros caiados, que por fora se mostram belos, mas por dentro estão cheios de podridão!”
“Guias cegos! Vocês coam os mosquitos e comem camelos”. Preocupam-se tanto com vestimentas, mas pregam heresias!
“Ai de vós, tradicionalistas hipócritas! Porque cruzam o céu em avião para fazer novos convertidos (missionários?); mas depois que ganham essa alma, fazem dele um filho do inferno, duas vezes mais preconceituoso e xiita que vocês!”
E na minha imaginação, vejo-os fazendo exatamente o que fizeram à 2 mil anos atrás: julgando, condenado e crucificando novamente o Filho de Deus!
***
(*) – Apenas à guisa de esclarecimento: o uso da palavra rabo no referido contexto, não é uma expressão desrespeitosa, ou um palavrão. Lembre-se que esta palavra foi usada no contexto do mundo animal, e animais não têm nádegas, têm rabo mesmo.
Leia também no Púlpito Cristão
quarta-feira, 3 de junho de 2009
SERÁ QUE OS FARISEUS ESTAO EXTINTOS?

Pode ser encontrado em dois outros evangelhos, Mt 9:14-17 e Lc 5:33-39, é importante sabermos o significado da palavra jejum e o que a prática do jejum representava nos tempos bíblicos.
A palavra jejum é originária do vocábulo hebraico “tsôm”, esse termo é freqüentemente associado a “pranto, luto e a mortificar-se” e no original grego “nêsteuo” que está associado a não comer e abster-se de comida. As formas e os propósitos do jejum eram numerosos, podendo ser praticado com abstinência total ou parcial de alimentos e estando geralmente ligado a orações.
Na lei mosaica conhece-se apenas um dia de jejum obrigatório para todos, e que se repetia anualmente, o dia de expiação. Porém, depois da destruição do reino de Judá (587 a.C.), foram determinados outros dias no ano para a prática do jejum. Acrescentados ao calendário nacional, no período pós-exílio, um dia de jejum nos meses quatro, quinto, sétimo e décimo (Zc 7: 3,5; 8:19), para relembrar esta catástrofe nacional.
Praticava-se em Israel como preparativo para uma comunhão plena com Deus (Êx 34:28; Dt 9:9; Dn 9:3).
Era praticado pelo indivíduo que se sentia oprimido (2 Sm12: 16-23; 1 Re 21: 27; Sl 35: 13; 64:10).
Era praticado pela nação quando em perigos iminentes de guerra e destruição (Jz 20:26; 2 Cr 20:3; Et 4:16; Jn 3: 4-10; Jz 4: 9-13),
durante uma praga de gafanhotos (Jl caps. 1 e 2), para trazer sucesso ao retorno dos exilados (Ed 8: 21-23), como rito de expiação (Ne 9: 1), e, finalmente, em conexção com o luto pelos mortos (Jr 14: 11-12).
Mais informações sobre a prática do jejum, ver R. Loird, Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento (DITAT), (São Paulo: Editora Vida Nova, 1998), 1272, 1273.
Na época neotestamentária o conceito de jejum já havia sofrido uma despersonalização e esvaziamento, além dos líderes incluírem a depreciação física como poder efetivo para a devoção, (ascetismo, ou rigor ascetico) ou seja, o jejum passou a ser algo de cunho externo, diferente do objetivo ideal, humilhar-se diante de Deus.
Nos tempos de Cristo os judeus mais estritos jejuavam dois dias por semana. Os judeus piedosos costumavam jejuar todas as segundas e quintas-feira (ver Lucas 18: 12). Dados indicam que havia outros que costumavam jejuar com maior frequência ainda.
O nosso texto começa com o termo “Ora” (v. 18) que no grego é kai uma conjunção continuativa, isso implica dizer que a perícope anterior (vv. 13-17) merece ser analisada também para termos uma interpretação mais segura.
O seu contexto fala de um banquete que Levi Mateus havia dedicado a Jesus. Mateus trabalhava na coletoria, e havia recentemente recebido o chamado para servir ao evangelho, ou seja, ele era um ex-publicano (v. 14), por isso estava imensamente grato a seu Senhor. Jesus então não hesitou em aceitar o seu ato de gratidão.
Na festa em que Levi Mateus dedicou a Jesus havia um grande número de pessoas (v.15), muitos de reputação duvidosa, como por exemplo, seus antigos amigos publicanos.
O verso 16 mostra que os fariseus viram, o fato de Jesus estar em um banquete, uma oportunidade para acusá-Lo e causar uma divisão entre Ele e os Seus discípulos.
Jesus então da uma resposta aos Seus inquiridores (v. 17), diante disto os fariseus ficaram ainda mais decididos em acusá-Lo, foram então buscar apoio nos discípulos de João Batista.
Os discípulos de João estavam na época em grande aflição, o seu líder estava no cárcere (ver Mt 14:3). E por isso tinham razão para estarem jejuando.
Os fariseus estavam ao lado dos discípulos de João nas observâncias cerimoniais e nos rituais. Pois o verso afirma que havia duas classes de inquiridores, “os discípulos de João e o dos fariseu”’ e que a pergunta foi proferida por um outro grupo desconhecido, “alguns”. Já em Mt 9: 14 a declaração é clara, e indica os discípulos de João como sendo os inquiridores, o texto diz: “Vieram depois os discípulos de João”.
Aqui entramos no texto principal para estudo (vv. 18-22). De início o verso 18 apresenta aparentemente um problema sinótico. Mas este problema pode ser resolvido simplesmente observando a resposta que Jesus dá a eles (ver Mc 2:19), se bem que Ele responde com uma outra pergunta.
Na sociedade judaica, havia um método de estudar bastante usado entre eles, este tinha o objetivo de convidar o aluno a resolver por si mesmo algum problema, e quando o mestre era interpelado com uma pergunta ele respondia com mais uma pergunta ao problema que lhe fora apresentado.
Em Sua resposta, Jesus usa a figura do casamento, e o casamento era uma figura bem comum para os discípulos de João, porque quando João foi interrogado por seus discípulos a respeito do ministério de Cristo e o crescimento de Sua popularidade como sendo uma ameaça, ele havia usado também a figura do casamento, e se identificado como “amigo do noivo” (ver Jo 3: 29 e 30) e isso ainda era bem nítido aos seus discípulos.
Quando Jesus faz alusão ao casamento, Ele também expressa o nível de relacionamento Dele com os seus discípulos, Ele pergunta: “Podem, porventura jejuar os convidados para o casamento, enquanto o noivo está com eles?” (v. 19). Referindose aos Seus discípulos Ele troca o termo “amigo do noivo” usado por João Batista, para “filhos do noivo”. Jesus intensifica o nível de relacionamento Dele com os Seus discípulos.
Dentre os amigos que eram convidados havia um que ficava responsável pela organização e atuava como mestre de cerimônia, este permanecia todo o tempo ao lado do noivo, regozijando-se também. O pedido de casamento e os arranjos necessários para a cerimônia eram feitos por este representante da família do noivo (para o casamento de Isaque, Eliezer, servo de Abraão, funcionou como o agente casamenteiro).
Nos dias do Novo Testamento, o “amigo do noivo” se ocupava desta função. O termo grego que é interpretado como “convidado” é huioi que pode ser traduzido por “filhos” sendo huioi tou numphonos “filhos do noivo”.
No grego temos duas palavras para filho, são elas: tecnón, que é aplicado para criança, filho – 1. literalmente vemos em Mt 7: 11; Mc 13: 12; Lc 1: 7; 15: 31; At 7: 5; 1 Co 7: 14; 2 Co 12: 14; Cl 3: 20; Ap 12: 4 e 5. , genericamente a descendente, posteridade vemos em Mt 2:18; 27: 25; At 2: 39; 13: 33; Rm 9: 8a. huioi. – No sentido usual é filho. Ver em Mt 1: 21; Mc 6: 3; Lc 15: 11; At 13: 21; Gl 4: 30. De alguém que é aceito ou adotado como filho ver em Jo 19: 26; At 7: 21.
Os convidados das duas partes eram chamados “filhos das bodas”.
O casamento era uma festa de muita alegria, e praticar o jejum em dias de festa de casamento seria algo ilógico.
Havia regras rabinas que dispensava os judeus de todos os deveres religiosos durante os período de festa de casamento, inclusive da
prática do jejum, isso para que a alegria na festa não fosse diminuída.
O Antigo Testamento freqüentemente utiliza o casamento como metáfora do relacionamento entre Deus (o noivo) e Israel (a noiva), ver Os 2: 21. No Novo Testamento, a imagem do Noivo é transferida para Cristo e a Noiva para a Igreja (Mt 9: 15; Jo 3: 29; 2 Co 11: 2; Ef 5: 23, 24, 32; Ap 19: 7; 21: 2, 9; 22: 17).
A questão é que os discípulos de Jesus não tinham motivos, razão, para jejuar. A presença de Jesus é tão importante que ela também pode dispensar os Seus discípulos da obrigação do jejum, o Noivo estava presente, o Líder estava em plena comunhão com eles, não era esse o tempo de jejuarem, mas Cristo também afirma (v. 20), pela primeira vez em forma pública, que quando o Noivo fosse “tirado”, mais de um ano antes, havia dito em particular a Nicodemos que seria levantado (Jo 3: 14).
Normalmente os convidados deixam o noivo após a festa, porém neste caso a festa seria interrompida, pois o Noivo seria tirado, o termo “tirado” implica uma remoção violenta, quando vissem Jesus morto se afligiriam e jejuariam, o termo grego para a palavra “tirado” é apartê que indica uma separação a força e penosa, aí sim seus discípulos teriam razão para jejuarem.
Quando Jesus afirmou que um dia seria tirado do convívio dos Seus discípulos, Ele assim estava se referindo à Sua morte na cruz, que também fazia parte da Sua missão e a Sua ressurreição como o término da angústia dos discípulos, a aflição dos discípulos de Cristo não duraria muito tempo, uma vez que seu Senhor ressuscitaria ao terceiro dia e a tristeza deles se converteria em alegria como nos diz Jo 16:19-20.
Os versos 21 e 22 inauguram a segunda parte da resposta de Cristo aos fariseus, atingindo o núcleo da questão levantada, o conflito entre o “novo” e o “velho”.
Jesus então faz uso de duas parábolas. Estas pequeninas parábolas manifestam ainda o mesmo sentimento de novidade absoluta trazida pelo reino de Deus. A conexão destas duas parábolas sem dúvida teve algo a ver com as muitas contrariedades de Jesus com as autoridades religiosas acerca das tradições ou "costumes de homens introduzidos como verdade".
As parábolas eram referentes a remendo novo costurado em vestes velhas (uma roupa velha que já perdeu a sua elasticidade ao receber um remendo de pano novo, uma vez sendo mais flexível, se rompe deixando a rutura ainda maior) e vinho novo posto em odres velhos.
O odre é um recipiente de couro, uma vez estando velho o couro endurece e fica sem elasticidade, e se rompe caso coloque dentro dele vinho sem ter passado pelo processo de fermentação.
A resposta de Jesus era oportuna, pois os discípulos de João observavam muitas das formas ritualísticas prescritas pelos rabis e esperavam mesmo serem justificados por elas, eles misturavam a mensagem de seu mestre Batista com o ritualismo dos fariseus, a mensagem de Jesus era revolucionária, não era uma mera reforma do judaísmo.
Assim Jesus adverte também a Seus discípulos para não mesclar a velha religião da salvação pelas obras pregada pelos fariseus, com o evangelho da salvação pela graça somente que Ele pregava.
Há duas verdades importantes na experiência de Cristo, quando interrogado no banquete da casa de Levi, que servem para nós hoje.
“O espírito do verdadeiro jejum e oração é o espírito que rende a Deus mente, coração e vontade”.
“Jejuar e orar quando imbuídos de um espírito de justificação própria, é uma abominação aos olhos de Deus”.
O verdadeiro jejum é um espírito de entrega e não de barganha com Deus.
E Jesus estava entre pecadores pregando as boas novas de salvação (do pecado e da morte).
Não em ociosas lamentações, em simples humilhação do corpo e multidão de sacrifícios.
O verdadeiro espírito de devoção, mas revela-se na entrega do próprio eu em voluntário serviço para Deus e o homem”.
Como podemos ver, o jejum é considerado autêntico, quando praticado em espírito de entrega, assim fazendo estaremos mais receptivos para receber as bênçãos gratuitas de Deus.
Não devemos fazer do jejum um ato meritório, ou seja, para alcançar os favores de Deus, isso é mesclar as boas novas do evangelho com o formalismo do judaísmo antigo.
sábado, 30 de maio de 2009
SERÁ QUE KARL MARX TINHA RAZÃO?
Hoje é raro estar em um culto onde não se houve uma confissão positiva, ordem aos anjos, a Deus (como realizar algo), incentivo a sacrifícios para alcançar o favor divino (principalmente ofertas e dízimos), auto-ajuda em vez de ajuda do alto, distorções flagrantes no texto (interpretação particular) e pasmem, até mudança de palavras para provar doutrina particular e “costume denominacional adquirido”.
A fé hoje é tomada como se fosse um ato de clonagem espiritual de algum personagem biblico com distorção de interpretação.
Ao fazerem isso jogam por terra todas as PROMESSAS da Palavra (que se tornam realidade para os que crêem) e geram uma anti-fé e decepção em quem vai atrás disso.
Exemplo: Alguns bitolados religiosos, sem entendimento das Escrituras e nem do Poder de Deus, receitam que haverá uma cura de uma pessoa com uma doença gravíssima (como o cancer ou aids) so se a igreja fizer um “jejum” em “prol” do doente, e ainda acrescenta, “tem hora, irmãos que não adianta so orar, temos também que fazer um jejum, so assim Deus vai ouvir”. Isso me parece querer colocar Deus contra a parede e pior, anular a promessa do proprio Jesus de que seremos atendidos em oração. Ev. Jo 16.
Pergunto: de onde saiu isto? De que parte do NT ou VT saiu essa pérola?
A resposta que obtive foi a seguinte: “Ora, irmão. Davi não jejuou para seu filho ser curado, e foram sete dias!”.
Vê-se, nesta resposta simples, varias distorções causadas por interpretação particular. Primeiro isola-se a “doença” do menino como se fosse algo do cotidiano ou um andaço, como dizem no nordeste e não uma conseqüência direta do adultério de Davi. Também se isola Davi no ato sem nenhuma responsabilidade pessoal com o fato.
O pior nessa “ue-mentiuleutica”: fica terminantemente proibido falar no adultério cometido por Davi, se não toda a casa cai, e o povo, mesmo que alienado, vê que o remédio receitado é um tanto estranho para o caso em questão. O pior ainda é omitir de forma categórica, que, passssmeeemmm, o menino morreu apos sete dias do inicio do mal (enviado por Deus).
Ate o sete é imitado. So vale campanha de for de sete (qualquer coisa).
A interpretação (por clonagem) é sofrível, pois se entende que Davi tentou um numero mágico, quando em realidade, os sete dias foram da agonia do menino até sua morte, ao termino dos quais Davi encerra o jejum e pede comida imediatamente. Contradizendo ai, um costume de época que era jejuar quando alguém muito chegado ou parente morria. Vide morte de Saul e Jonatas, quando Davi e seus valentes jejuaram (2Sm 1).
Vamos tambem ordenar um jejum quando algum irmão morrer?
Outras clonagens de método e dias são exemplificadas pelos bitolados religiosos, que querem transformar o ato de jejuar em mágica e com isso obter obrigação divina em atende-los por causa do “sacrifício feito” pensando agradar enormemente a Deus.
Os 40 dias de Moises no monte e os 40 dias de Jesus no deserto são citados varias vezes como um exemplo a ser seguido.
Nunca vi nas escrituras nada nesse sentido, nenhuma exigência de Moises ou Jesus dizendo: fazei também assim como eu fiz!
Não li também que Jesus ao ir para o deserto (guiado pelo Espírito Santo) pedir a João Batista, segura ai pra mim, pois vou ao deserto jejuar por 40 dias.
Engraçado é que Jesus andou em cima da água sem afundar e ninguém fala em imita-lo ou mesmo tenta imita-lo nesse ato. E a ressurreição de mortos, não vejo ninguém tentando imita-lo nisso, cura de aleijados, cegos, etc. Principalmente pregar a verdade e não ter o "rabo preso" a costumes denominacionais com interpretação particular.
Onde se encaixa a Graça de Deus nesse "jejum para não sei o que"?
Parece haver nesse ponto uma cegueira geral, ninguém contesta o método. Ninguém diz, espera um pouco, e as promessas de Jesus, confirmadas pelos que creram nos tempos apostólicos, doentes curados pelo nome de Jesus (Mc 16:15), mortos sendo ressuscitados, demônios expulsos, aleijados restaurados e principalmente vidas restauradas (como a mulher samaritana) todos pela fé na pessoa de Jesus, baseados em suas palavras (promessas cumpridas).
Jesus fez alguma campanha de jejum com seus discipulos? Quando? Onde?
Uma vez Jesus quis orar com eles, mas por duas vezes os achou dormindo ao inves de orar.
Pedro quando preso, para ser executado, não houve nenhum jejum da igreja em Jerusalém, e a coisa era seria, pois Tiago havia sido morto a espada e Pedro,como se diz na gíria, “era a bola da vez”.
Houve continua oração, e mesmo nesse ato de fé, quando Pedro foi milagrosamente solto, e bateu a porta, foi difícil crerem, ou seja parece que a fé estava meio misturada.
Os costumes evangélicos atuais e sua continuidade (aprendizado dos novos crentes) geram varias distorções no evangelho. É como aquele dito: quem conta aumenta o conto. No caso evangélico é: quem prega distorce um tanto ou um tanto quanto.
Jesus tem um debate acalorado sobre essa situação com os fariseus, e Ele cita textualmente que por causa de vossas tradições vos tendes invalidado a Palavra de Deus, ou os mandamentos de Deus. Mt 15.
Não será isto que esta acontecendo? No meio evangélico, crê-se que heresia é “atirar pedra na cruz de Jesus”, de maneira nenhuma isto é verdade. 1Co 11:19.
A definição para heresia em dicionário bíblico é interpretação particular, movida por vários sintomas, que pode ser cultural ou tradicional, falta de conhecimento (errais por não conhecer as escrituras nem o poder de Deus), ma fé, conveniência, etc.
Falso ensinamento, aquele que prejudica a fé de certos fiéis e também causa facções distintas dentro da igreja. (I corintios 11:19 - ceia do Senhor).
Tem gente que ouviu que o galo cantou, mas não sabe onde. Outros sabem onde, mas não sabem porque quando ele canta, fecha os olhinhos.
A resposta é: Ele sabe a letra de cor.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
QUANTO AO USO DOS DONS ESPIRITUAIS.
1. Em primeiro lugar, tenhamos cuidado com o que a Bíblia afirma e não acrescentemos nada ao que ela não afirma. É incorreto mencionar dom de expulsar demônios, dom de visão, dom de cantar, etc., porque a Bíblia jamais os menciona.
2. Os dons não são de nossa propriedade. O fruto do Espírito permanece conosco e em nós, mas os dons são MANIFESTADOS para a ocasião em que se fazem necessários. Os dons não são nossos, são do Espírito Santo.
3. Os dons não são um atestado de santidade. A Bíblia não diz PELOS DONS, mas PELOS FRUTOS os conhecereis, Mt 7.16,17. 4.
O espírito do profeta está sujeito ao profeta. Devemos ser prudentes, humildes, moderados, submissos e cautelosos no exercício dos dons espirituais, 1Co 14.32; Mt 25.14,15. 5.
Os dons não são concedidos para proveito pessoal e egoístico. São para glorificar a Cristo e não ao homem, 1Co 12.4,11; Lc 9.51-55; 1Co 14.23. 6.
Os dons não substituem a Palavra de Deus. A Palavra é inspirada pelo Espírito e o Espírito confirma a Palavra, Jr 1.12.
Jesus lutou contra Satanás, no poder do Espírito, usando a palavra de Deus, Mt 4.1-11. O Espírito e a palavra estão sempre em perfeita harmonia. Homens cheios do Espírito são homens cheios da Palavra, Ef 5.18,19; Cl 3.16.
- ATUALIDADE DOS DONS ESPIRITUAIS.
1. A dispensação do Espírito não chegou ao seu fim. Por isso, todos os sinais e evidencias que começaram a se manifestar no Dia de Pentecoste continuarão até o Dia do Arrebatamento. Se somos a mesma Igreja, temos de experimentar o mesmo poder.
2. Os dons são necessários até o fim. É verdade que um dia os dons cessarão, 1Co 13.8. Mas esse dia ainda não chegou. Até que chegue, busquemos com zelo os melhores dons, 1Co14.
Que os pastores recebam o dom de sabedoria; os mestres recebam o dom da ciência; os intercessores recebam a fé; os evangelistas recebam a operação de maravilhas e os dons de curar e a igreja profetize, fale e interprete as línguas!
3. O arrebatamento será o limite. Esperamos a Jesus todos os dias. E o esperamos trabalhando, usando os dons, como um poderoso equipamento. E quando ele vier, prestaremos contas de tudo quando fizermos, na graça do Senhor, no amor de Deus e nos dons do Espírito Santo. Assim seja.
Postado por Pr João Luiz Marques
Meus comentarios:
E a formula para conseguir ter os dons? Ja que não se pode comprar com dinheiro, como Simão, o mágico quis em atos 8.
Será que seria com "muita" oração e "muitos" jejuns, Deus faz essa barganha? Sera que Mt 6:7 incentiva isso? E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos.
Mt 7:7 Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. 8Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á.
Os religiosos denominacionais atuais com seus "costumes" torcem o texto acima da seguinte forma (sutil): Pedi, Pedi e dar-se-vos-á; buscai, buscai e achareis; batei, batei, e abrir-se-vos-á.
Que tal umas campanhas para receber todo esse poder? Orar "muito" de madrugada, quem sabe? Afinal a fila é menor, como dizem, com grande ar de sabedoria.
E para que serve então os dons do Espirito Santo se temos o "maravilhoso costume" de jejuar para Deus curar fulano ou ciclano. Tem ate pastor que afirma, tem hora que nao adianta so orar, temos que fazer um jejum para Ele agir. Sera? Deus se alimenta disso?
E se a primeira campanha de jejum nao der resultado, faz-se mais sete, (afinal sete eh o numero magico de Deus).
Ele vai ficar muito feliz e dara o que pedirmos, sera? Pra que os dons afinal, se temos toda essa bagagem religiosa e todo esse costume anti-biblico? É so barganharmos com Deus, coloca-lo contra a parede e pronto.
Pra que fé, dons, promessas incontestaveis, se podemos negociar? É mais facil e não da nenhum trabalho em ler a biblia e conhecer o plano e a vontade de Deus.

